Estudantes de Universidades privadas de Goiás, querem revisão nos valores das mensalidades durante à quarentena

Em Formosa, apesar da "readequação contratual em nova modalidade letiva", instituições e estudantes ainda não posicionaram-se a respeito

Foto: Reprodução Iesgo

Em ofício enviado à reitoria da PUC Goiás, o Diretório Central de Estudantes (DCE), pediu a revisão de valores "durante a adoção Sistema Letivo Remoto, adotado como medida emergencial por praticamente todas as Universidades do estado, reduzindo os danos da pandemia do Covid-19" - já que houve, segundo o documento, "readequação contratual na modalidade letiva".

Na justificativa, o ofício enviado na segunda-feira (23) expõe que, em decorrência da pandemia do coronavírus, grande parte dos alunos enfrenta dificuldades financeiras para efetuar o pagamento da mensalidade integral, uma vez que houve a suspensão das atividades laborais.

O documento pede, ainda, a possibilidade de trancamento da matrícula, sem ônus; abatimento do valor das disciplinas de laboratório e estágio que por ora estão suspensas; e “dilação o do prazo de vencimento dos boletos da mensalidade, possibilidade de parcelamento e abatimento do valor dos juros”.

Em Formosa até o presente momento, nenhum Diretório de Estudantes manifestou-se de forma oficial

Apesar de pequenas movimentações nas redes sociais, os universitários de Formosa ainda não posicionaram-se de forma oficial quanto a esta reivindicação. As maiores universidade privadas de Formosa, Iesgo, União Goyazes (antiga Cambury), UniRV, também adotaram o Sistema Letivo Remoto.

O espaço está aberto, para que estudantes e instituições se manifestem a respeito.

Elias Lopes, para o Portal Foca Lá